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25.7.11

MORADORAS DE ARIRI FAZENDO PRODUTOS PARA ARTECA

As mulheres da associação das artesãs de Ariri são umas queridas. Muitas delas até pouco tempo atrás, não sabiam pegar na agulha e muito menos bordar. Hoje, graças as oficinas realizadas anteriormente por outras voluntárias e pela própria Rosângela, elas aprendem um pouco mais a cada dia e são muito entusiasmandas. Mesmo que pouco tempo, um pouco que fazemos, pode significar bastante pra alguém.
Mais uma imagem linda de trabalho e o mais incrível é que algumas participantes, são senhorinhas lindas, que hoje parecem crianças aprendendo fazer algo de novo. Lição de vida que vale pra todos. Aprender sempre alguma coisa e colocar em prática. 
Uma foto clássica do final da oficina, com todas as participantes e as  camisetas. É claro que algumas delas esconderam o rosto com as camisetas. Ai que sacanagem.  Até que pra uma tarde de trabalho rendeu bastante. 9 camisetas e 1 bolsa. Era pra acontecer das 9 até o meio-dia e depois das 13 até as 18 hs. Como chegamos tarde por causa do que contei anteriormente, só conseguimos fazer a oficina na parte da tarde. Valeu e obrigada a todos pelo apoio e oportunidade de fazer mais uma ação do bem. Que Deus abençoe a todas.

CAMISETAS DO MICO-LEÃO-DA-CARA-PRETA

Durante o percurso interminável  de estrada de terra, tive uma ótima idéia e ela virou uma verdade. Pensei em círculos - acho que de tanto girar dentro do carro - e eles me inspiraram um Mico-Leão-Da-Cara-Preta em círculos, como o exemplo acima. Tudo, eu queria fazer em círculos...adorei. Abaixo alguns modelos criados ontem em Ariri  para a Arteca.
Foi durante a oficina de ontem, que a Camila chegou com a triste notícia de que a Amy Winehouse tinha sido encontrada morta em seu apartamento. Fiquei  bem passada e mesmo sabendo que isso poderia acontecer por causa de sua vida desregrada, foi bem desolador e inesperado. Um grande talento que se foi e deixa sua música de presente.

24.7.11

CRIANDO ALGUNS PRODUTOS EM ARIRI

Eu montando uma bolsa em cima de denim. Ele não poderia ficar longe de minha vida. Adorei brincar com círculos e listras.
 Mais umca camiseta com o Mico-Leão, na manga da camiseta.

PENSANDO NAS CAMISETAS E NOS PRODUTOS

Eu com Rosângela,  idealizadora da Arteca - Associação dos Artesãos de Cananéia, que em parceria com o IPÊ, realiza um trabalho fantástico na região. Eles fazem peças lindas bordadas e as camisetas, são os novos produtos que logo estarão a venda.
Estávamos olhando e falando sobre algumas peças que podemos fazer, para serem comercializadas. Ela, além de ter organizado a associação, também presta assessoria jurídica para os moradores de Ariri,  pois é advogada. A tia da Rosângela foi com ela ao Ariri e foi quem nos preparou uma comida  maravilhosa. O bolo salgado de atum e o de banana que comi na chegada, me dá vontade de comer agora. Fora as outras coisas.
Foi uma honra conhecer e trabalhar junto.

PÉSSIMA ESTRADA DE CHÃO ATÉ ARIRI

Ariri existe, como mostra a placa acima.
Esse é o verde fantástico, na região de Lagamar, onde a natureza é generosa e exuberante. É o maior contínuo de mata Atlântica do Brasil e remanescentes de floresta Atlântica de baixada, pois o que restou são as regiões serranas, não tão habitáveis. É a área do Mico-Leão-da-Cara-Preta que só vive em região de baixada e ele, foi a maior inspiração para as camisetas. É uma região rara, com a maior biodiversidade do mundo. A região é considerada um santuário ambiental, graças às suas características que facilitam a procriação de diversas espécies. Tive que perguntar pra quem entende do assunto é claro, pra poder escrever essas informações sobre o lugar e só hoje na volta, é que entendi a importância do lugar onde estive. Um privilégio
A estrada é péssima e então 2: 30 horas é o minimo pra fazer o percurso, e com a chuva que tinha acontecido, a estrada estava ainda pior. Buracos com poças d´água pequenos, médios e grandes. As fotos não fazem juz as condições da estrada, pois você balança tanto que se sente igual a fruta batendo no liquidificador e sendo triturada. Durante a viagem, pensei na sugestão da Andréia de eu pegar o carro do IPÊ e dirigir até lá. Eu disse que não conhecia a estrada e preferia ir de ônibus, então...a Camila que é pesquisadora e trabalha junto com o Alexandre na região - eles monitoram o Mico-Leão-de-Cara-Preta - e a Viviane também IPÊ, foram meus parceiros de viagem. Eles estavam indo pra ficar durante a próxima semana e então, foi organizada uma carona pra ir e hoje, voltamos eu e Viviane de ônibus.
A estrada de chão é obrigatória pra voltar também e como ontem, minha coluna foi triturada na estrada, hoje na hora de levantar,  vi todas as estrelas do céu. Depois de tomar 2 cataflan é que deu uma aliviada.
O único outro meio de chegar ou sair de lá  é com uma balsa, que demora a umas 3 horas e meia de travessia até Cananéia ou de lancha, que demora 1 hora mais ou menos.
A Camila, disse ter feito a viagem inúmeras vezes com um Gol, que era o carro que eles tinham antes do 4X4 atual. Imaginem vocês um Gol pelas estrada da Ariri.
Depois de ver o vídeo do CQC vocês podem formar opinião sobre.
Igreja de Ariri.
O 4X4 do IPÊ na chegada, todo sujinho de barro.
Uma visão de Ariri é uma vila charmosa de pescadores que vivem em meio a mata atlântica virgem. São 335 km de São Paulo, quase na divisa com o Paraná, o vilarejo é hoje um santuário ecológico.

VIAGEM PARA ARIRI NA CANANÉIA

Quando a Andréia, coordenadora de negócios sustentáveis do IPÊ me convidou pra participar da oficina em Ariri é claro que aceitei, mas não tive tempo de me informar onde era exatamente e na minha cabeça, isso aconteceria só na semana que vem. Com a viagem pra Paris e Milão, não registrei que 23 de julho era ontem e então foi bastante corrido pra me organizar. O que eu não sabia era que pra chegar até lá, seria uma tremenda aventura. Já sabia que era bom a gente sair por volta das 13 horas, pois tinha um trecho de 57 km de estrada de chão até Ariri, e que deveria ser feita durante o dia. Mas, se você pensar, 57 km você faz em tão pouco tempo, e estrada de chão pode ser o dobro??? Um pouco mais?
Tirando alguns contratempos, conseguimos sair somente as 16 horas, e o que ninguém imaginava, era que um Acidente com ônibus de turismo na Régis Bittencourt, faria a viagem um tanto penosa.  Resumindo. Ao invés de chegarmos em Ariri, chegamos em Pariquera- Açu - a cidade antes de começar a estrada de terra -  à meia-noite e tivemos que procurar um hotel pra dormir e partir  só na manhã seguinte. A oficina estava marcada para as 9 horas.  Me contaram na viagem, que pra percorrer os 57 km, demorava mais ou menos 2:30 hs e que o CQC, tinha feito recentemente uma matéria sobre as condições da estrada, mas eu não tinha visto. Agora já vi no youtube.

AMANHECER EM ARIRI UM BAIRRO DE CANANÉIA

Amanhecer em Ariri é o que inspira esses posts de hoje, volta de uma oficina com as mulheres da comunidade que fazem parte da  Arteca - Associação dos Artesãos de Cananéia.

11.6.11

EVENTO ANTAS PINTORAS 2011: IPÊ

O Evento Antas Pintoras 2011 apresenta ... a ANFITRIANTA ... a hostess do nosso evento!
Esperamos por todos vocês no dia 15 de Junho, às 20:00hrs, no Espaço Dom Pedro, Zoológico de São Paulo!!!

6.5.11

OLHA O IPÊ NA FOLHA DE SÃO PAULO E EU TAMBÉM...LUXO!

 
O Ipê é uma das flores mais lindas e ele existe em diversas cores. Assim como é a flor de bouganville, outra flor que amo. Mas não é sobre a flor este post.  É sempre bom dividir as coisas bacanas que acontecem na vida da gente e essa é uma delas. 
Em primeiro lugar é sobre o IPÊ, Instituto de Pesquisas Ecológicas e de uma matéria que saiu na Folha de São Paulo, ontem dia 5, falando sobre o projeto as qual participo e aqui publico na íntegra.  Andréa Travassos,  coordenadora do projeto que se tornou uma grande amiga me mandou este hoje, estou dividindo e amei...que lindo...

Andreia, obrigada sempre a você e a toda familia IPÊ, por eu poder fazer parte dessa familia e desse projeto.

Moda ecológica ganha força no interior paulista

CRISTIANO CIPRIANO POMBO
DE SÃO PAULO
Fruto de um trabalho iniciado há cerca de dez anos pelo Ipê (Instituto de Pesquisas Ecológicas), em Nazaré Paulista (a 64 km de São Paulo), mulheres que vivem na zona rural descobriram uma nova fonte de renda e, de quebra, mudaram suas vidas.
Tudo a partir do bordado. "Elas costuram em casa e, cada uma, a seu ritmo", explica Andrea Peçanha Travassos, coordenadora do projeto.
Chamada de "Costurando o Futuro", a ação conseguiu reunir o que o biólogo Cláudio Padua, que lidera o Ipê ao lado da mulher, a educadora Suzana Padua, considera um de seus principais focos como empreendedor social: formar profissionais capacitados a trabalhar com modelos inovadores de manutenção da biodiversidade em negócios rentáveis.
Isso porque o grupo de 12 mulheres, com idades que vão de 20 anos a 55 anos, além de produzirem bordados em camisetas, sacolas, bolsas e nécessaires, participa de mutirões de plantio, tem palestras sobre conservação ambiental e se engaja nos ideais do Ipê.
O projeto permite com que as mulheres registrem um ganho de 30% a mais na renda da casa. "Isso tem melhorado muito a autoestima delas, pois passaram a ter mais autonomia, poder de decisão e a dizer que, sim, elas têm uma profissão", diz Andrea.
Com a ajuda da designer Sarita Dal Pozzo, que desenvolve duas coleções por ano para o "Costurando o Futuro", e as indicações da designer Ana Laerte, é possível ver temas da fauna e da flora nos bordados das mulheres da zona rural.
A venda das produções é feita a partir do site do Ipê, que é hoje a terceira maior ONG ambiental do país.
Segundo Cláudio Padua, vencedor do Prêmio Empreendedor Social em 2009, "é impossível pensar hoje em qualquer coisa sem levar em conta sua viabilidade econômica".
"Hoje temos que praticar o 'business to business', que, resumindo, é trabalhar sabendo que a parte mais sensível do corpo humano é o bolso", avalia.
O sucesso dos bordados, que levam em conta tendências da moda nas cores e no design, é um exemplo de como a ONG atua para intensificar a possibilidade de geração de renda de região carente, desenvolvendo também a consciência ecológica.
"Não é só nos temas das camisas com animais em extinção que os conceitos ambientais estão presentes, vai desde a escolha do tecido, o plantio de árvores, as dramatizações, os eventos para as quais são levadas. São coisas que mudam não só a vida delas, mas das pessoas que vivem com elas, que passam o conhecimento dela para outras gerações", conta Andrea.
Segundo a coordenadora, que não sabe precisar quantas camisetas são vendidas por mês, o fato de o grupo contar com mulheres de diferentes idades também ajuda na sociabilização. "As mais experientes ensinam as mais novas."
O trabalho, devido à ajuda das mulheres nos mutirões de plantio, ainda ajuda o projeto de Padua de tentar construir paisagens sustentáveis, que já tem atuação marcante na Amazônia, na mata atlântica e no Pantanal.
Ele estuda agora uma forma de massificar essas ações e impulsionar outras, como os "Sabores da Natureza", que envolvia doceiras da região, "elas plantavam jabuticabas, amoreiras para a produção de geleias e biscoitos', e hoje aguarda apoio financeiro para voltar à ativa.
"Ainda estudo uma forma de entrar nas redes sociais, que fazem muito sucesso entre os jovens", diz Pádua, que almeja formar novos empreendedores voltados às questões sociais e ambientais. 
 Olha o linka da folha aqui

7.5.10

AÇÃO DO BEM - IPÊ

Bom dia de sexta-feira.
Só pra mostrar um pouco do resultado de ontem na oficina em Nazaré Paulista, sede do IPÊ. Essas são algumas camisetas já prontas, fiz algumas fotos rapidamente pra mostrar um pouco pra vocês. Logo vão estar disponíveis pra comprar.
O peixe-boi e a anta sempre são os bichos que mais tenho dificuldade pra pensar.
Dessa vez, eles ficaram lindos.
Na última foto, algumas das queridas bordadeiras, que fazem parte do projeto.





6.5.10

AÇÃO DO BEM

Hoje estou aqui em Nazaré Paulista, na sede do IPÊ.
Vim desenvolver as novas camisetas da coleção dos bichos. Estão ficando lindas e depois prometo mostrar algumas delas.

8.3.10

VIVO E IPÊ


Vivo promove ação no Twitter em parceria com o IPÊ - Instituto de Pesquisas Ecológica

Em uma nova ação de marketing em redes, a Vivo convida twitteiros de todo o Brasil a dar ideias de conexão a favor da sustentabilidade. A iniciativa é um desdobramento da nova campanha publicitária da empresa, que mostra o poder de conexão por torpedo para mobilizar pessoas. Na história, uma menina evita que uma árvore seja destruída graças à comunicação por SMS.
Para participar, os interessados precisam então usar sua criatividade para responder a frase: “Com torpedos, a menina salvou sua árvore preferida. E você, o que faria?”. Cada tweet usando a hashtag: #oquevcfaria vai ajudar no reflorestamento de 1m2 de mata nativa nas regiões do Pontal do Paranapanema e Nazaré Paulista, no estado de São Paulo, em uma parceria da Vivo com o Instituto Ipê, que promove a conservação ambiental.
Para maiores informações, entre nos links abaixo e participe também www.ipe.org.br e www.vivo.com.br